segunda-feira, 25 de março de 2013

E o estágio vai ficando pra próxima..

Na última sexta-feira, dia 22, fiz o meu caminho diário pra faculdade, saindo mais tarde aproveitando o fato de neste dia a aula só começar as 8:50, o dia tinha até começado bem, me reencontrei com uma velha conhecida dos tempos de Senai e após a aula iria me ver com um amigo do colégio, ao chegar na faculdade me deparo com uma notícia inesperada, a professora de sociologia faltou e não avisou a nossa turma, "aproveitei" o fato e fui me encontrar mais cedo com o meu amigo, e quando chego na casa dele recebo um telefonema.
Era um número que no dia anterior me ligou 4 vezes, mas quando retornei e mandei um sms não obtive resposta de quem poderia ser, pois bem, era uma mulher, me chamando para uma entrevista de estágio para uma certa multinacional que vai abrir fábrica em Pernambuco ano que vem, eram 10 e 30, e a entrevista era as 13h da tarde, peguei emprestada uma camisa dele, já que eu tava com uma camisa de zoação, só cheguei  no local de 12h e 50min, porque o endereço que me foi dado dizia que era no bairro X e na verdade era no bairro Y, fora que a rua não aparecia no google maps..
Ao subir pro sexto andar do prédio e preencher todo o formulário, a atendente me diz que "Apenas quem não tiver mais vínculo com sua instituição de ensino técnico pode concorrer a vaga.", e mais uma vez minha chance de estagiar sai voando...

quinta-feira, 14 de março de 2013

As águas, nem sempre, de março

Na primeira postagem nesse blog falei sobre o quanto a chuva me atrapalhou numa viagem pra Paraíba, mas essa não foi a única vez que as chuvas atrapalharam minha vida, houveram outras situações que acabei lembrando hoje enquanto ia pra faculdade.

Estudei da 3ª série do Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio no Colégio Visão na Estância, que tem na sua frente a Av.Dr José Rufino, que em dias de chuva forte literalmente virava um mar.
Foto retirada do Ne10
Por várias vezes tive que contornar todo o colégio pra poder fugir da água pela rua menos alagada, pois é nenhuma delas escapava, mas duas delas foram especiais.
As duas situações aconteceram quando eu era 2º ano do Ensino Médio, quando fazia Senai e Visão ao mesmo tempo e curiosamente as duas envolvem diretamente o Senai.

Na primeira eu tinha acabado de largar, saí com um colega meu pra parte da frente do colégio e vimos que o restaurante aonde almoçávamos estava inacessível, então disse a ele, enquanto atravessamos a avenida no vácuo "moisés" causado por um dos caminhões que tinha acabado de passar, "Cara vamos pegar um ônibus e a gente almoça perto do..", antes de eu acabar de falar ele me disse "segura", quando dei por mim estava segurando na placa de um caminhão pegando "bigu", meu colega subiu na caçamba enquanto eu fiquei segurando, quando o caminhão começou a acelerar e passamos do mar eu soltei a placa e notei que ele ia pegar o caminho inverso do que pegávamos pra ir pro Senai, e disse pra ele "Solta, solta", quando meu colega foi descer ele escorregou e o caminhão o arrastou por uns metros e quando ele se soltou ele ficou parado no chão, saí correndo e a primeira coisa que pensei foi...."Fu***, matei o defunto"...kkk, o apelido dele era defunto e eu não sei porque pensei nisso, mas quando o virei ele estava RINDO no chão e só com o joelho um pouco ralado, hoje rio muito disso, mas que no dia deu um desespero..
Senai Areias

A segunda foi pior, peguei o ônibus em Jaboatão e antes mesmo de sair do Município ele parou em meio a um "mar" próximo a estação Floriano, passamos 20 mins parados e um amigo nos convenceu a sair, fomos andando pelo "mar" até a estação de Floriano, com uma chuva que não parava, pegamos o metrô e chegamos em Werneck, por onde uma amiga dele teria dito que dava para passar, quando saímos da estação nos deparamos com um "Oceano" em frente a sede da EMTU que fica em frente a estação, subimos no muro do prédio e fomos andando, então notei que meu colega tava com o guarda-chuva na mão e eu disse pra ele guardar aquela porcaria, e ele no desespero me entregou o guarda-chuva, que subitamente abriu na minha mão, ao chegarmos na metade do "Oceano" nosso colega que estava na frente disse que teríamos que descer do muro, pulamos na água, que estava na altura das minhas coxas(devia ter 1,78 na época), e fomos andando até sair da água e meu colega cair de joelhos no chão levantar as mãos pro céu e gritou "CONSEGUIMOS!FINALMENTE!", enfim chegamos no Senai com umas 2 horas de atraso, e quando chego na sala meu professor me vê todo molhado, bate no meu ombro e me diz "Filho, vai pra casa...".